O
trabalho fonoterápico que envolve as funções
neurovegetativas, melhora da tonicidade da musculatura orofacial
e exercícios propostos pelas autoras FARIA e MACARINI
(1998) com o objetivo de desobstrução tubária
mostrou-se efetivo neste caso.
Foi
possível estabelecer uma relação de
comparação dos achados audiológicos
com a eficiência dos exercícios fonoterápicos.
Os
fatores pedisponentes como sinusite, hipertrofia de adenóide,
hipertrofia de corneto não prejudicaram o desenvolvimento
adequado das funções da tuba auditiva executados
em fonoterapia.
Com
o trabalho fonoaudiológico, a criança não
necessitou de intervenção cirúrgica
para colocação do tubo de ventilação
com o objetivo de diminuir os episódios de otite
média secretora.
Apesar
deste trabalho ter sido aplicado em apenas um paciente sendo
assim sem dados estatísticos, espero que possa contribuir
para outros profissionais trabalharem com crianças
com otite de repetição, auxiliando-os com
os exercícios a serem utilizados para o propósito
deste.